Sete anos depois do rompimento da barragem da Vale, o Tribunal Regional Federal da 6ª Região começa fase de instrução do processoSete anos depois do rompimento da barragem da Vale, o Tribunal Regional Federal da 6ª Região começa fase de instrução do processo

Justiça inicia audiências para julgamento da tragédia de Brumadinho

2026/02/24 03:54
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Começaram nesta 2ª feira (23.fev.2026) as audiências de instrução e julgamento da tragédia do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, na região metropolitana de Belo Horizonte, em janeiro de 2019. As primeiras testemunhas foram ouvidas desde as 13h, na sede do Tribunal Regional Federal da 6ª Região, na capital mineira.

Essa fase é destinada à produção de provas para apurar possíveis falhas nos sistemas de segurança e eventuais condutas negligentes que levaram ao desastre, que deixou 272 mortos.

Respondem ao processo a própria Vale, a empresa alemã TÜV Süd e 16 ex-executivos. São estimadas 76 audiências, sempre às 2ª e 6ª feiras, com término em 17 de maio de 2027.

As sessões serão feitas preferencialmente de forma presencial, mas poderão ser realizadas por videoconferência mediante solicitação das partes. Durante as sessões, serão ouvidas testemunhas de acusação e defesa. Os interrogatórios dos réus serão realizados ao final, conforme determina a legislação.

O Ministério Público sustenta que houve homicídio doloso com dolo eventual. Afirma que havia alertas sobre o risco de rompimento. As defesas argumentam que o rompimento foi imprevisível. Atribuem a causa a uma sondagem realizada pela empresa Fugro.

rompimento da barragem em Brumadinho

O rompimento da Barragem B1 da mina Córrego do Feijão, da Vale, aconteceu em 25 de janeiro de 2019, em Brumadinho. Milhões de metros cúbicos de rejeitos de mineração atingiram instalações da empresa e áreas rurais. O Rio Paraopeba foi contaminado.

A maioria das vítimas é de trabalhadores que estavam no refeitório e na área administrativa da mineradora no momento do rompimento. Duas vítimas nunca foram localizadas. Acordos bilionários de reparação foram firmados, mas, 7 anos depois, o processo ainda tem desdobramentos na Justiça.


Com informações da Agência Brasil.

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