Um novo inquérito de opinião pública aos prováveis eleitores republicanos na Flórida mostra mais uma vez que Byron Donalds continua a beneficiar do apoio que recebeu de Donald Trump na corrida para governador em novembro próximo.
O inquérito do Laboratório de Investigação de Opinião Pública da Universidade do Norte da Flórida constata que, uma vez informados de que Donalds tem o apoio de Trump, os eleitores do GOP atribuem-lhe 47% de apoio face a apenas 12% para a Primeira-Dama Casey DeSantis, que não é candidata anunciada ao cargo.
O CEO da empresa de investimento James Fishback está em terceiro lugar com 5%, o Vice-Governador Jay Collins está com 2%, e o antigo Presidente da Câmara da Flórida Paul Renner está com 1%.
Contudo, antes de os eleitores serem informados no inquérito da UNF de que Donalds já foi apoiado por Trump, a sua vantagem sobre a Sra. DeSantis é de apenas quatro pontos, 28%-24%.
Quando os eleitores republicanos da Flórida foram questionados sobre qual apoio seria mais importante para eles, 42% escolheram o Governador Ron DeSantis, enquanto 32% disseram Trump.
DeSantis ainda não apoiou nenhum candidato para lhe suceder como governador até ao momento.
"O facto de o apoio de DeSantis superar o de Trump em termos de importância pode estar menos relacionado com a preferência dos eleitores pela opinião de DeSantis e mais com a curiosidade sobre ela, dado que a opinião de Trump já é do conhecimento público", afirmou o Dr. Sean Freeder, diretor do inquérito e professor de ciências políticas.
"Isto explicaria a clara vantagem de Donalds sobre Casey DeSantis uma vez conhecido o apoio de Trump, pois o apoio do seu marido é certamente presumível, caso ela se candidate."
O apoio de Trump a Donalds há um ano congelou efetivamente a corrida a favor de Donalds.
Há oito anos, o apoio de Trump a DeSantis, então um congressista não muito conhecido do Nordeste da Flórida, catapultou-o para uma vitória sobre Adam Putnam nas primárias republicanas para governador. DeSantis derrotou por escassa margem o democrata Andrew Gillum nas eleições gerais.
O inquérito consistiu em 657 prováveis eleitores republicanos realizado entre 16 e 20 de fevereiro. A margem de erro é de +/- 4,38 pontos.


