Leia os comunicados de Emirates, Etihad, Qatar Airways, Turkish Airlines, Royal Air Maroc e Ethiopian Airlines sobre o que cada passageiro deve fazerLeia os comunicados de Emirates, Etihad, Qatar Airways, Turkish Airlines, Royal Air Maroc e Ethiopian Airlines sobre o que cada passageiro deve fazer

Saiba o que as aéreas farão com os voos para o Oriente Médio

2026/03/02 01:21
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As companhias aéreas de vários países suspenderam temporariamente suas operações no Oriente Médio no sábado (28.fev.2026), depois que os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã. A maioria das empresas manteve, neste domingo (1º.mar), o cancelamento dos voos com origem e destino em Irã, Israel, Jordânia, Líbano, Iraque e Arábia Saudita, e ofereceram possibilidade de reembolso ou reagendamento.

Segundo a agência Reuters, Israel, Irã, Iraque e Jordânia fecharam seus espaços aéreos.

Eis o mapa do tráfego aéreo na manhã deste domingo, com os voos interrompidos na região:

No sábado, depois do início da ofensiva, foi registrado um ataque ao aeroporto internacional de Dubai, que deixou 1 morto e 7 feridos. No Brasil, 3 voos que partiram do país com destino aos Emirados Árabes Unidos e ao Qatar tiveram de retornar aos aeroportos de origem em razão das restrições no espaço aéreo do Oriente Médio.

Eis as orientações dadas por cada empresa aérea:

No caso da Ethiopian Airlines, a orientação dada aos clientes foi que monitorem o status das viagens e entrem em contato com suas agências antes de ir aos aeroportos. 

Similarmente, a Royal Air Maroc recomendou que seus clientes chequem se seu voo está mantido antes de ir ao aeroporto. Em comunicado publicado nas redes sociais, a empresa afirmou que novos voos podem ser cancelados e que a equipe monitora a situação.

Já a Turkish Airlines permitiu que clientes com passagem comprada antes de 28 de fevereiro de 2026 alterem, gratuitamente, as datas das suas passagens até 10 de maio ou peçam reembolso. A medida vale para voos até 12 de março e pode ser acionada até 10 de maio. 

A Etihad Airways suspendeu todas as viagens com origem e destino para Abu Dhabi até 2ª feira (2.mar) e também ofereceu o reagendamento gratuito dos voos já comprados. O prazo para utilizar as passagens é 15 de março. “A situação permanece dinâmica e os horários podem mudar com pouco aviso prévio”, escreveu a empresa em comunicado publicado no X. “A segurança dos passageiros e funcionários da Etihad é nossa maior prioridade. Pedimos desculpas pelo inconveniente e agradecemos a compreensão de nossos passageiros.”

A Emirates Airlines suspendeu temporariamente todos os voos de e para Dubai até 15h do horário local. Afirmou aos clientes que devem entrar em contato para remarcar seu voo em até 10 dias da data original da viagem. Também permite a solicitação de reembolso da passagem.

Similarmente, a Qatar Airways cancelou voos que partiam ou iam para Doha, capital do Qatar: “A segurança de nossos passageiros e funcionários é sempre nossa maior prioridade, e pedimos desculpas por qualquer inconveniente causado.”

ESCALADA NA TENSÃO

O ataque dos EUA ao Irã foi realizado depois de semanas de tensão entre os 2 países. Em 19 de fevereiro, Trump afirmou que, em até 10 dias, saberia se deveria dar “um passo adiante” em relação a um ataque contra o país persa.

Depois, o republicano declarou que todos, incluindo o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Dan Caine, consideram que uma eventual guerra contra o Irã resultaria em uma “vitória fácil” dos norte-americanos.

No discurso do Estado da União, na 3ª feira (24.fev), Trump disse que os EUA ainda não tinham ouvido o Irã pronunciar “aquelas palavras mágicas: ‘nunca teremos uma arma nuclear’”. No pronunciamento, o presidente norte-americano afirmou que o regime persa “já desenvolveu mísseis que podem ameaçar a Europa e as nossas bases no exterior, e está trabalhando para construir mísseis que, em breve, chegarão aos EUA”.

As declarações de Trump foram feitas enquanto o país realizava conversas diplomáticas com o Irã, que não resultaram em acordo.

Uma autoridade sênior do Irã disse à Reuters que o país estaria disposto a fazer concessões aos EUA se os norte-americanos reconhecessem o seu direito de enriquecer urânio para fins pacíficos e suspendessem as sanções econômicas.

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