A semana começou com aumento da tensão no Oriente Médio, após novos desdobramentos envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O cenário elevou a percepção de risco no mercado de ações e causou volatilidade no mercado de ações.
Além do noticiário internacional, a agenda econômica concentra indicadores relevantes nos próximos dias. Nos EUA, os investidores acompanham a divulgação do relatório ADP, pedidos semanais de seguro-desemprego e o payroll (relatório oficial de empregos).
No Brasil, o mercado monitora a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB), além do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), indicador que mede a geração de empregos formais.
Em meio a este cenário, WEG (WEGE3) e Gerdau (GGBR4) são as ações selecionadas para investidores que buscam ganhos a curto e médio prazo.
A análise é de Alan dos Santos, especialista da PhiCube, com base nos gráficos de preço dos papéis. Em vídeo no canal do Monitor do Mercado, ele aponta as “Oportunidades da Semana”. Os ativos analisados foram:
O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, renovou sua máxima histórica ao se aproximar dos 192 mil pontos, mas não sustentou o movimento e passou por correção. Agora, os 186 mil pontos atuam como ponto de suporte.
Segundo o analista, se o suporte for perdido, a Bolsa brasileira deve recuar até os 181 mil pontos.
No fechamento desta segunda-feira (2), o índice subiu 0,28%, aos 189.307,02 pontos.
O dólar chegou a tocar próximo de R$ 5,10 antes de iniciar um movimento de reação. No curto prazo, os R$ 5,27 passaram a funcionar como resistência, e um rompimento acima desse nível alimenta uma retomada de alta, com projeções em direção a R$ 5,40.
A moeda americana operou em alta de 0,62% frente ao real, cotado a R$ 5,16.
Entre as ações, as escolhidas pela equipe da PhiCube como potenciais oportunidades de compra ou venda foram: WEG (WEGE3) e Gerdau (GGBR4).
Os papéis da WEG (WEGE3) continuam com estrutura técnica positiva no gráfico semanal, se aproximando do topo registrado de dezembro. Segundo análise, a superação consistente de R$ 49,80 reforçaria a continuidade da tendência de alta, abrindo espaço para teste de máximas.
Caso o mercado entre em estresse e a ação perca a mínima da semana anterior, o próximo suporte está na região de R$ 45,80. A perda desse nível poderia descaracterizar a sequência de fundos ascendentes no curto prazo.
Gerdau (GGBR4) testa suporte relevante próximo de R$ 21,60. Em sua análise, o especialista da PhiCube destaca que a manutenção acima de R$ 20,50 preserva a estrutura construtiva. Se houver reação compradora, o primeiro alvo está em R$ 22,80 — podendo chegar a R$ 24.
As ações WEGE3 caíram 2,03%, a R$ 48,69, enquanto GGBR4 recuaram 0,91%, a R$ 20,80.
Nos Estados Unidos, o S&P 500 continua em consolidação, operando entre 6.800 e 7.000 pontos. A análise sugere que, caso o suporte atual — mantido desde novembro de 2025 — seja rompido, há possibilidade de uma aceleração da queda.
Por outro lado, um rompimento consistente acima de 7.000 pontos pode sinalizar uma retomada do movimento de alta.
O índice operou em alta de 0,04%, aos 6.881,62 pontos, nesta segunda.
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