O Presidente Donald Trump afirmou na terça-feira que foi ele, e não Israel, quem impulsionou a decisão de lançar ataques contra o Irão, contradizendo as mensagens anteriores do Departamento de Estado. Durante uma reunião no Salão Oval com o Chanceler alemão Friedrich Merz, Trump declarou que Israel "não pressionou" os EUA a atacar. Ele afirmou que a marinha, força aérea e tecnologia de radar do Irão tinham sido "eliminadas", e disse que agiu com base em informações de que o Irão planeava atacar primeiro. Trump declarou: "Posso ter forçado a mão de Israel." No entanto, os seus comentários diferem dos do Secretário de Estado Marco Rubio, que na segunda-feira disse que Israel afirmava que o Irão estava a planear um ataque. Trump enfatizou o seu papel na decisão militar, assegurando que uma forte experiência de negociação informou o momento do ataque. Ele então caracterizou a ação do Irão de visar países árabes neutros e civis como evidência de "maldade".
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