O índice equivale a aproximadamente 38,5 milhões de trabalhadores informais, queda ante os 37,8% no período anteriorO índice equivale a aproximadamente 38,5 milhões de trabalhadores informais, queda ante os 37,8% no período anterior

Taxa de informalidade cai para 37,5%, a menor desde 2020

2026/03/05 23:25
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A taxa de informalidade no mercado de trabalho brasileiro recuou para 37,5% no trimestre encerrado em janeiro de 2026, o menor patamar registrado desde julho de 2020. O índice equivale a aproximadamente 38,5 milhões de trabalhadores informais, leve queda em relação aos 37,8% medidos no trimestre móvel anterior.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou os números na Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua nesta 5ª feira (5.mar.2026). Eis a íntegra (PDF – 3MB).

Segundo o IBGE, trabalhadores por conta própria com registro formal –MEI/CNPJ– ajudam a reduzir índice de informalidade. Segundo o IBGE, a taxa de informalidade apresenta trajetória de queda desde 2022. O número de empregados com carteira assinada no setor privado atingiu 39,4 milhões de pessoas, com alta de 2,1% em um ano.

No emprego formal, o setor de administração pública, defesa e seguridade social puxou a ocupação na comparação anual, com alta de 6,2%, o que representa mais 1,1 milhão de pessoas ocupadas no grupamento.

Em contrapartida, o total de trabalhadores domésticos recuou 4,5% no mesmo período, somando 5,5 milhões de profissionais, o que também contribui para a variação nos índices de informalidade.

Carteira assinada

A dinâmica do emprego com carteira assinada nos grupamentos de atividade na comparação anual mostrou crescimento nos seguintes setores:

  • informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas – alta de 4,4% (mais 561 mil pessoas);
  • administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais – aumento de 6,2% (mais 1,1 milhão de pessoas). 

Houve redução nos seguintes grupamentos: 

  • serviços domésticos (4,2%, ou menos 243 mil pessoas);
  • indústria geral registrou (queda de 2,3%).

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