O material diferencia tipos de violência, explica conceitos e orienta produção de conteúdo sobre o temaO material diferencia tipos de violência, explica conceitos e orienta produção de conteúdo sobre o tema

Cartilha orienta comunicadores sobre violência de gênero

2026/03/08 19:20
Leu 2 min
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A ONG Redes Cordiais divulgou na última 4ª feira (4.mar.2026) a cartilha Fala que Protege, voltada a comunicadores, jornalistas, influenciadores e outros profissionais da comunicação que atuam em ambientes digitais. O material reúne orientações sobre tipos de violência contra a mulher, conceito de consentimento, violência de gênero na internet, boas práticas de linguagem, canais de denúncia e formas de acolhimento a vítimas. 

A publicação foi feita às vésperas do Dia Internacional da Mulher e está disponibilizada gratuitamente ao público.  Eis a íntegra do documento (PDF – 4MB).

A cartilha lista diferentes formas de violência, como física, psicológica, sexual, patrimonial, moral e política. Também traz recomendações para evitar a culpabilização da vítima, o uso de linguagem que apague a responsabilidade do agressor, o sensacionalismo e a exposição indevida de sobreviventes. 

Algumas das principais orientações são: 

  •  Contextualizar os casos dentro de estruturas mais amplas, como misoginia e racismo, que não são fenômenos isolados na sociedade;
  •  Permitir que sobreviventes falem por si, sem induzir respostas;
  • Não condenar o agressor antes de sentença judicial. Para isso, o guia sugere adotar termos como “suspeito”, “acusado” e “investigado”, de acordo com cada caso;
  • Evitar o uso da voz passiva, que oculta a responsabilidade do agressor. 

Misoginia na web 

A divulgação do material sucede a proliferação de novas formas de violência de gênero na internet. Segundo a publicação, as redes sociais e a inteligência artificial transformaram a maneira como esse tipo de agressão é produzido, amplificado e disseminado, ampliando seu alcance e impacto sobre as vítimas.

Alguns exemplos citados pela ONG são: compartilhamento não consentido de imagens íntimas, stalking, sextorsão, doxxing, cyberbullying e o uso de inteligência artificial para manipulação de imagens e produção de conteúdos falsos com potencial de destruição reputacional.

Um dos objetivos da cartilha é divulgar e definir essas formas de violência. A ONG busca ampliar a conscientização sobre o tema. 


Com informações da Agência Brasil.

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