O bitcoin (BTC) começou a semana sem direção definida, enquanto investidores acompanham a divulgação de indicadores econômicos nos Estados Unidos, como índices de inflação e o Produto Interno Bruto (PIB), e o avanço das tensões geopolíticas no Oriente Médio.
Segundo a análise de Alan dos Santos, especialista da PhiCube, o ativo permanece em um movimento lateral desde o início de fevereiro, oscilando dentro de um intervalo aproximado entre US$ 63 mil e US$ 70 mil. Na última semana, a criptomoeda chegou a superar temporariamente os US$ 70 mil, atingindo níveis próximos de US$ 72 mil, mas o movimento perdeu força e os preços voltaram para a faixa anterior.
A expectativa é de que, caso o bitcoin rompa novamente a região entre US$ 70 mil a US$ 72 mil, exista a possibilidade de teste de uma resistência próxima de US$ 80 mil. Por outro lado, a perda do suporte entre US$ 60 mil e US$ 63 mil pode abrir espaço para um movimento de queda até a região de US$ 50 mil.
No novo episódio do Radar Cripto, Santos analisa o gráfico do bitcoin e explica os prováveis cenários para a semana. Ele também olha altcoins (criptomoedas alternativas) que merecem atenção. Confira:
Outras criptomoedas também apresentam movimentação limitada nas últimas semanas. O Ethereum (ETH) permanece em consolidação dentro de um intervalo aproximado entre US$ 1.800 e US$ 2.130.
Caso o ativo ultrapasse US$ 2.150 de forma consistente, há possibilidade de avanço até US$ 2.600. Enquanto esse rompimento não ocorre, o ativo continua em consolidação, o que indica ausência de tendência definida no curto prazo.
A Solana apresenta comportamento semelhante. Desde o início de fevereiro, o ativo oscila dentro de um intervalo relativamente estreito. Caso supere a região de US$ 90, o movimento pode indicar retomada de pressão compradora. Por outro lado, a perda de US$ 78 pode abrir espaço para testes de níveis inferiores.
XRP apresentou um movimento mais expressivo de valorização recentemente, embora não tenha conseguido manter os ganhos. O ativo saiu de aproximadamente US$ 1,35 e chegou a testar US$ 1,66 — alta de cerca de 22%. Entretanto, o movimento perdeu força, e os preços retornaram para US$ 1,35.
Para que o ativo volte a ganhar impulso, Santos observa a necessidade de rompimento da faixa próxima de US$ 1,44. Caso isso ocorra, o mercado passa a monitorar níveis superiores, como US$ 1,50 e, posteriormente, US$ 1,60.
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