A publicação Charlie Kirk morto a tiros em Utah: Aliado de Trump defendia Reserva estratégica de Bitcoin financiada por tarifas, previu preço de $1M apareceu primeiro na Coinpedia Fintech News
Charlie Kirk, um ativista conservador e aliado próximo do presidente dos EUA Donald Trump, foi baleado e morto na quarta-feira na Universidade do Vale de Utah. Ele tinha 31 anos. Trump confirmou a notícia numa publicação nas redes sociais, chamando Kirk de apoiador leal e amigo confiável.
A morte de Kirk não é apenas uma perda para o mundo político, mas também para a comunidade cripto. Nos últimos anos, ele tornou-se um defensor declarado do Bitcoin e outros ativos digitais. Ele argumentava que os Estados Unidos deveriam criar uma Reserva estratégica de Bitcoin, dizendo que a escassez e adoção da moeda digital a tornavam um ativo financeiro vital.
Numa das suas entrevistas no podcast Iced Coffee Hour, Kirk disse: "O Bitcoin é legitimamente escasso, e é mais provável que chegue a um milhão do que a zero." Ele frequentemente comparava o crescimento do Bitcoin à disseminação da língua inglesa e do dólar americano, afirmando que uma vez que a adoção atinge um ponto crítico, não pode ser revertida.
Kirk também apontou para a visão do investidor Michael Saylor de que o Bitcoin poderia aumentar dez vezes na próxima década. Ele também apresentou a ideia de que a receita das tarifas poderia ser usada para comprar Bitcoin, o que, na sua opinião, poderia até ajudar a reduzir a dívida nacional dos EUA. Embora reconhecesse os riscos da computação quântica, ele argumentava que tais riscos também se aplicavam a bancos e mercados de ações, não apenas às criptomoedas.
A posição de Kirk o colocou entre um número crescente de figuras públicas que viam o Bitcoin como mais do que especulação. Ele o descrevia como um refúgio financeiro num mundo onde os ativos tradicionais têm limites. Sua morte remove uma das vozes conservadoras mais visíveis que ligavam a política dos EUA à adoção do Bitcoin.
As autoridades de Utah disseram que duas pessoas que foram presas e posteriormente liberadas em conexão com o tiroteio de Kirk não têm ligações atuais com o caso. O Departamento de Segurança Pública acrescentou que o tiroteio permanece sob investigação ativa.


