Presidente e ministro da Fazenda fizeram críticas ao preço da gasolina e do diesel antes de assumir o governoPresidente e ministro da Fazenda fizeram críticas ao preço da gasolina e do diesel antes de assumir o governo

Lula e Haddad criticaram alta dos combustíveis em 2021 e 2022

2026/03/18 22:10
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), fizeram críticas públicas à alta dos combustíveis no Brasil em 2021 e 2022, quando estavam fora do governo federal. As declarações foram feitas durante o aumento do preço da gasolina e do diesel naquele período.

A alta estava ligada à valorização do petróleo no mercado internacional e à política de preços da Petrobras.

Durante a campanha presidencial de 2022, Lula responsabilizou o governo federal pela alta dos combustíveis e afirmou que o preço afetava diretamente consumidores e trabalhadores.

“Quem não pode mais cozinhar por causa do preço do gás, quem não pode sair de carro pelo preço da gasolina ou o caminhoneiro que sofre com o preço do diesel precisa entender que a responsabilidade é do presidente”, disse o então candidato em publicação no X.

Naquele período, Lula também criticou a política de preços da Petrobras baseada na paridade com o mercado internacional. Segundo ele, o Brasil não deveria seguir automaticamente as cotações externas do petróleo.

Reajustes em 2022

As declarações foram feitas em contexto de reajustes anunciados pela Petrobras em 2022. Em março daquele ano, a estatal elevou o preço da gasolina em 18,7% e o do diesel em 24,9%, depois da a valorização do petróleo no mercado internacional.

Haddad também criticou o preço da gasolina antes de assumir o Ministério da Fazenda. Em agosto de 2021, publicou uma mensagem nas redes sociais sobre a alta do combustível.

“Pelas minhas contas, só o preço da gasolina daria pra dois impeachments”, escreveu no X.

Na época, Haddad era ex-prefeito de São Paulo e comentava o aumento dos combustíveis durante o governo de Jair Bolsonaro (PL).

Debate voltou em 2026

O debate sobre o preço dos combustíveis voltou ao centro das discussões no governo Lula em 2026. Na 5ª feira (12.mar.2026) governo editou a Medida Provisória 1.340 de 2026, que criou um imposto de 12% sobre exportações de petróleo.

A medida foi defendida pelo Ministério da Fazenda como forma de capturar ganhos adicionais das petroleiras diante da alta global do petróleo e ajudar a conter o preço do diesel no país.

Haddad afirmou que a cobrança será temporária e poderá ser revista. “Nós entendemos que assim como o consumidor não pode ser prejudicado pela guerra, o produtor não pode ser favorecido pela guerra”, disse em entrevista a jornalistas ao anunciar a medida.

Grandes empresas do setor que atuam no Brasil, como Shell, TotalEnergies, PetroRio e Repsol, preparam ações judiciais contra o novo imposto. As companhias afirmam que a cobrança viola o princípio da anualidade tributária, segundo o qual novos tributos ou aumentos de impostos só podem ser cobrados no exercício financeiro seguinte.

A Petrobras não participa do grupo de empresas que pretende recorrer à Justiça e apoia a criação do imposto. A estatal segue a posição do governo federal, que defende a medida como parte da política para reduzir pressões sobre o preço dos combustíveis no país.

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