Operação da CSN enfrenta pressão financeira com custos de juros e investimentos elevados.S&P rebaixa nota da CSN de B+ para B e alerta para alavancagem elevada Operação da CSN enfrenta pressão financeira com custos de juros e investimentos elevados.S&P rebaixa nota da CSN de B+ para B e alerta para alavancagem elevada

S&P Global rebaixa rating da CSN por alavancagem elevada

2026/03/20 01:18
Leu 2 min
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Operários com capacetes amarelos e azuis de costas em um ambiente industrial de siderurgia com a logo da CSN visível.Operação da CSN enfrenta pressão financeira com custos de juros e investimentos elevados.

A agência de risco S&P Global anunciou, nesta quinta-feira (19), o rebaixamento do rating da Companhia Siderúrgica Nacional (CSNA3) de “B+” para “B” em escala global. A decisão é acompanhada por uma perspectiva negativa, refletindo a preocupação com a alavancagem persistente da siderúrgica nos últimos trimestres.

Segundo o relatório da classificadora, a estrutura de capital da CSN permanece pressionada por uma combinação de investimentos elevados e custos financeiros significativos.

Ebitda sob pressão e fluxo de caixa deficitário

A S&P revisou para baixo suas expectativas para o desempenho operacional da companhia. O Ebitda projetado para 2026 agora é de R$ 10,5 bilhões, valor superior aos R$ 8,8 bilhões previstos para 2025, mas inferior à estimativa anterior da agência, que era de R$ 11,7 bilhões.

A agência detalha os gargalos financeiros para o ano:

  • Pagamento de juros: Estimado em R$ 5,1 bilhões.
  • Capex (Investimentos): Projetado em R$ 6,2 bilhões.
  • Fluxo de Caixa Operacional Livre (FOCF): Deve apresentar um déficit de R$ 410 milhões.

Esses números devem manter a alavancagem da empresa entre 5,0 e 6,0 vezes, enquanto a relação de geração interna de caixa (FFO) sobre a dívida mal atinge os 10%.

Desinvestimentos são cruciais, mas insuficientes

Embora a gestão da CSN busque melhorar seu balanço por meio de vendas de ativos e novas linhas de financiamento, a S&P alerta que a complexidade dessas operações e a volatilidade econômica global dificultam uma redução rápida do endividamento.

A agência destaca que a venda da unidade de cimentos, avaliada em cerca de R$ 9 bilhões, seria a forma mais relevante de injetar caixa. Contudo, mesmo com essa entrada, a relação dívida/Ebitda ajustado pro forma ainda permaneceria acima de 5 vezes em 2026.

Risco de novos cortes no rating

A perspectiva negativa sinaliza que a S&P pode efetuar um novo rebaixamento nos próximos seis meses. Os gatilhos para uma nova nota negativa incluem:

  • Atrasos ou não concretização da venda de ativos.
  • Déficits de fluxo de caixa maiores que o esperado.
  • Dificuldades em refinanciar vencimentos de curto prazo em um cenário de maior aversão ao risco no mercado.
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