- Caminhos divergentes
- Listagem controversa
O CEO da Coinbase, Brian Armstrong, elogiou bastante o cofundador da Ethereum, Vitalik Buterin, na sua recente publicação nas redes sociais.
Naturalmente, a publicação não agradou aos maximalistas do Bitcoin, que rapidamente descreveram a Ethereum como "pseudo-moeda centralizada" e "moeda fiduciária".
Caminhos divergentes
O primeiro encontro conhecido entre Armstrong e Buterin aconteceu em 2013 numa conferência de Bitcoin em San Jose. Na altura, Buterin escrevia para a Bitcoin Magazine. Armstrong recordou mais tarde que achou a escrita de Buterin impressionante.
Alguns meses depois, Armstrong convidou Buterin para visitar o primeiro escritório da Coinbase (que Armstrong cofundou e dirige) em São Francisco.
A equipa da Coinbase estava interessada, e consideraram contratar Buterin. Mas as coisas não funcionaram porque Buterin não conseguiu obter um visto de trabalho dos EUA. Este problema de visto forçou-o a regressar ao Canadá.
No Canadá, Buterin publicou o white paper para a Ethereum com grande alarde. O documento revolucionário estabeleceu a base para contratos inteligentes, aplicativos descentralizados e uma blockchain programável para além da simples moeda digital.
Ao longo dos anos, ambos os homens foram reconhecidos entre os "principais jovens influenciadores" em cripto/tecnologia. Em 2017, Armstrong e Buterin apareceram na influente lista Fortune "40 Under 40".
Listagem controversa
A Ethereum, após o seu lançamento em 2015, rapidamente cresceu para se tornar a segunda maior criptomoeda por capitalização de mercado. A Coinbase tinha construído uma reputação como uma importante exchange de cripto baseada nos EUA, inicialmente focada na negociação de Bitcoin. No entanto, a Ethereum foi listada pela primeira vez na Coinbase em julho de 2016.
A listagem da Ethereum na Coinbase provou ser extremamente controversa entre os maximalistas do Bitcoin.
Source: https://u.today/coinbases-armstrong-angers-bitcoin-maximalists-by-praising-ethereums-buterin








