Há 14 anos, resolvemos encarar um desafio dos grandes: eleger as melhores empresas do país indo além dos critérios financeiros. Quando Época NEGÓCIOS criou o 360° em parceria com a Fundação Dom Cabral, em 2012, ESG ainda era uma sigla pouco conhecida. Mas já naquela época sabíamos que o balanço anual não deveria mais ser o único indicativo de sucesso de uma companhia, principalmente ao considerarmos o longo prazo. Passados tantos anos, a premissa do 360° continua mais forte do que nunca. Ao longo desse período, conseguimos não só reconhecer e premiar quem se dedica a construir um ambiente de negócios mais justo e sustentável, como também traçar um retrato completo do setor empresarial brasileiro e revelar as melhores práticas de gestão do país. Para escolher os vencedores do 360°, avaliamos as empresas sob seis critérios: ESG/Governança Corporativa, ESG/Socioambiental, Pessoas, Inovação, Visão de Futuro e Desempenho Financeiro. As participantes do anuário preenchem questionários detalhados sobre cada um desses desafios, o que nos permite extrair valiosas lições de como fazer diferente e de um jeito superior. Em 2025, o 360° bateu recorde no número de inscritos. Foram 450 empresas que disputaram o título de melhor do Brasil. Neste ano, as performances que se distinguiram foram em Desempenho Financeiro e ESG/Governança Corporativa. Em meio a tantas instabilidades globais, a governança deixou de ser uma obrigação regulatória para se tornar um diferencial competitivo, garantir a sustentabilidade dos negócios e apoiar a cultura das organizações, segundo os CEOs entrevistados para o anuário. Afinal, a sociedade hoje exige muito mais das empresas. Se temos avanços a comemorar em governança, o mesmo não se pode dizer de ESG/Socioambiental. Neste ano, a nota média das empresas participantes do 360° no desafio ficou em 38 pontos de 100 possíveis, a mesma média obtida na primeira edição do anuário, em 2012. É uma notícia triste diante da emergência climática que vivemos e da urgência em fazer a transição para uma economia de baixo carbono. Se considerarmos apenas o top 10 da pesquisa, esse número sobe para 69, uma nota melhor, mas ainda distante do ideal. As mudanças climáticas já são consideradas o principal desafio socioambiental enfrentado, de acordo com as participantes do 360°. Não é uma questão ignorada, mas ainda tratada de maneira tímida dentro das organizações. A COP 30, sediada em Belém, no Pará, aproximou os brasileiros do debate ambiental. Uma das mensagens marteladas pelos organizadores da conferência é de que é chegada a hora da ação. Já conhecemos o problema e as soluções. É preciso reagir. As empresas serão essenciais para medir o sucesso da humanidade em reverter o futuro distópico que se aproxima. Que em 2026 tenhamos a coragem e a disposição para fazer mais pela Terra e por nós mesmos. Mais Lidas Há 14 anos, resolvemos encarar um desafio dos grandes: eleger as melhores empresas do país indo além dos critérios financeiros. Quando Época NEGÓCIOS criou o 360° em parceria com a Fundação Dom Cabral, em 2012, ESG ainda era uma sigla pouco conhecida. Mas já naquela época sabíamos que o balanço anual não deveria mais ser o único indicativo de sucesso de uma companhia, principalmente ao considerarmos o longo prazo. Passados tantos anos, a premissa do 360° continua mais forte do que nunca. Ao longo desse período, conseguimos não só reconhecer e premiar quem se dedica a construir um ambiente de negócios mais justo e sustentável, como também traçar um retrato completo do setor empresarial brasileiro e revelar as melhores práticas de gestão do país. Para escolher os vencedores do 360°, avaliamos as empresas sob seis critérios: ESG/Governança Corporativa, ESG/Socioambiental, Pessoas, Inovação, Visão de Futuro e Desempenho Financeiro. As participantes do anuário preenchem questionários detalhados sobre cada um desses desafios, o que nos permite extrair valiosas lições de como fazer diferente e de um jeito superior. Em 2025, o 360° bateu recorde no número de inscritos. Foram 450 empresas que disputaram o título de melhor do Brasil. Neste ano, as performances que se distinguiram foram em Desempenho Financeiro e ESG/Governança Corporativa. Em meio a tantas instabilidades globais, a governança deixou de ser uma obrigação regulatória para se tornar um diferencial competitivo, garantir a sustentabilidade dos negócios e apoiar a cultura das organizações, segundo os CEOs entrevistados para o anuário. Afinal, a sociedade hoje exige muito mais das empresas. Se temos avanços a comemorar em governança, o mesmo não se pode dizer de ESG/Socioambiental. Neste ano, a nota média das empresas participantes do 360° no desafio ficou em 38 pontos de 100 possíveis, a mesma média obtida na primeira edição do anuário, em 2012. É uma notícia triste diante da emergência climática que vivemos e da urgência em fazer a transição para uma economia de baixo carbono. Se considerarmos apenas o top 10 da pesquisa, esse número sobe para 69, uma nota melhor, mas ainda distante do ideal. As mudanças climáticas já são consideradas o principal desafio socioambiental enfrentado, de acordo com as participantes do 360°. Não é uma questão ignorada, mas ainda tratada de maneira tímida dentro das organizações. A COP 30, sediada em Belém, no Pará, aproximou os brasileiros do debate ambiental. Uma das mensagens marteladas pelos organizadores da conferência é de que é chegada a hora da ação. Já conhecemos o problema e as soluções. É preciso reagir. As empresas serão essenciais para medir o sucesso da humanidade em reverter o futuro distópico que se aproxima. Que em 2026 tenhamos a coragem e a disposição para fazer mais pela Terra e por nós mesmos. Mais Lidas

360°: em busca das empresas que fazem diferente e melhor

2025/12/09 08:49
Leu 3 min
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Há 14 anos, resolvemos encarar um desafio dos grandes: eleger as melhores empresas do país indo além dos critérios financeiros. Quando Época NEGÓCIOS criou o 360° em parceria com a Fundação Dom Cabral, em 2012, ESG ainda era uma sigla pouco conhecida. Mas já naquela época sabíamos que o balanço anual não deveria mais ser o único indicativo de sucesso de uma companhia, principalmente ao considerarmos o longo prazo.

Passados tantos anos, a premissa do 360° continua mais forte do que nunca. Ao longo desse período, conseguimos não só reconhecer e premiar quem se dedica a construir um ambiente de negócios mais justo e sustentável, como também traçar um retrato completo do setor empresarial brasileiro e revelar as melhores práticas de gestão do país.

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Para escolher os vencedores do 360°, avaliamos as empresas sob seis critérios: ESG/Governança Corporativa, ESG/Socioambiental, Pessoas, Inovação, Visão de Futuro e Desempenho Financeiro. As participantes do anuário preenchem questionários detalhados sobre cada um desses desafios, o que nos permite extrair valiosas lições de como fazer diferente e de um jeito superior.

Em 2025, o 360° bateu recorde no número de inscritos. Foram 450 empresas que disputaram o título de melhor do Brasil. Neste ano, as performances que se distinguiram foram em Desempenho Financeiro e ESG/Governança Corporativa.

Em meio a tantas instabilidades globais, a governança deixou de ser uma obrigação regulatória para se tornar um diferencial competitivo, garantir a sustentabilidade dos negócios e apoiar a cultura das organizações, segundo os CEOs entrevistados para o anuário. Afinal, a sociedade hoje exige muito mais das empresas.

Se temos avanços a comemorar em governança, o mesmo não se pode dizer de ESG/Socioambiental. Neste ano, a nota média das empresas participantes do 360° no desafio ficou em 38 pontos de 100 possíveis, a mesma média obtida na primeira edição do anuário, em 2012. É uma notícia triste diante da emergência climática que vivemos e da urgência em fazer a transição para uma economia de baixo carbono.

Se considerarmos apenas o top 10 da pesquisa, esse número sobe para 69, uma nota melhor, mas ainda distante do ideal. As mudanças climáticas já são consideradas o principal desafio socioambiental enfrentado, de acordo com as participantes do 360°. Não é uma questão ignorada, mas ainda tratada de maneira tímida dentro das organizações.

A COP 30, sediada em Belém, no Pará, aproximou os brasileiros do debate ambiental. Uma das mensagens marteladas pelos organizadores da conferência é de que é chegada a hora da ação. Já conhecemos o problema e as soluções.

É preciso reagir. As empresas serão essenciais para medir o sucesso da humanidade em reverter o futuro distópico que se aproxima. Que em 2026 tenhamos a coragem e a disposição para fazer mais pela Terra e por nós mesmos.

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