Com apoio de 63 clubes, Reinaldo Carneiro Bastos será aclamado pela 3ª vez consecutiva no pleitoCom apoio de 63 clubes, Reinaldo Carneiro Bastos será aclamado pela 3ª vez consecutiva no pleito

Presidente da Federação Paulista registra chapa e concorre sem oposição

2026/03/11 11:21
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O atual presidente da Federação Paulista de Futebol, Reinaldo Carneiro Bastos, protocolou nesta 3ª feira (10.mar.2026) o registro de sua candidatura para a eleição da organização. Ele será candidato único no pleito marcado para 25 de março. Carneiro Bastos deve ser aclamado para comandar a federação no quadriênio de 2027 a 2030. Mauro Silva, ex-jogador de futebol, e Fernando Sollero integram a chapa como vices. Com informações do ge.

A chapa do atual presidente recebeu apoio quase unânime dos clubes paulistas. Sessenta e três dos 64 clubes que compõem as 4 primeiras divisões do Campeonato Paulista subscreveram o documento. Apenas o Desportivo Brasil não assinou por questões burocráticas.

O estatuto da federação estabelece que uma chapa precisa reunir a subscrição de no mínimo 12 clubes para ser registrada. Desse total, 5 devem ser da série A1, 3 da A2, 2 da A3, um da 2ª Divisão e um da liga amadora.

O apoio massivo dos clubes inviabilizou o surgimento de uma candidatura de oposição. O advogado Wilson Marqueti, que atuou como procurador do Tribunal de Justiça Desportiva de São Paulo, tentou viabilizar uma chapa alternativa, mas não obteve êxito.

Carneiro Bastos assumiu a presidência da Federação Paulista de Futebol em 2015. Na ocasião, ele ocupava o cargo de vice-presidente e foi promovido quando Marco Polo Del Nero deixou o posto para assumir a CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Esta será a 3ª vez que o dirigente será eleito por aclamação. Em 2018 e 2022, ele também concorreu sem oposição.

Investigação contra Reinaldo Carneiro Bastos

A candidatura foi registrada enquanto o dirigente é alvo de investigação do Ministério Público de São Paulo por suspeitas de gestão fraudulenta, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. O inquérito, que tramita no 23º Distrito Policial de Perdizes, na capital paulista, apura a venda de uma empresa de serviços de limpeza por R$ 15,5 milhões, dos quais R$ 11,5 milhões foram pagos em espécie.

Segundo os promotores, o pagamento em dinheiro configura circunstância atípica e incompatível com práticas comerciais ordinárias. O caso envolve possíveis infrações à Lei de Crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e à ordem tributária. A própria federação é apontada como vítima das supostas irregularidades.

A defesa de Carneiro Bastos afirmou que as alegações fazem parte de estratégia política e que o dirigente jamais respondeu a processo criminal.

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